O HPV e as verrugas genitais

O papiloma vírus humano, mais conhecido como HPV, é uma infecção sexualmente transmissível que, muitas vezes não causa sintomas, mas pode provocar verrugas genitais em homens e mulheres. Essas verrugas podem aparecer na vagina, na vulva, no colo do útero e no pênis.

 

Existem mais de 150 tipos de HPV, mas são 12 os tipos de maior risco por estarem relacionados ao desenvolvimento do câncer de colo do útero, vagina, vulva, pênis e ânus.

 

Como ocorre a transmissão?

 

O principal fator de transmissão é o contato com a mucosa ou pele de uma pessoa contaminada, o que ocorre através do contato sexual. Mas não necessariamente apenas por meio da penetração, pois pode acontecer quando há contato das mãos com o genital, da boca com o genital ou do genital com o genital.

 

Quais os sintomas do HPV?

 

Cada paciente manifesta os sintomas de uma maneira. Em algumas pessoas o HPV não apresenta sintomas e o organismo elimina o vírus sozinho. Entretanto, algumas pessoas podem apresentar sinais como verrugas genitais e lesões que, com o correr dos anos, alguns tipos específicos de HPV podem evoluir  para um câncer.

 

As verrugas podem ou não ser vistas a olho nu. No caso de lesões muito pequenas, é preciso utilizar lentes de aumento para visualização.

 

O surgimento das verrugas ou lesões pode acontecer após alguns meses e, em alguns casos, pode demorar até anos para se manifestar.

 

Diagnóstico

 

Geralmente, o HPV é descoberto em algum exame de rotina urológico ou ginecológico.

 

Quando o médico encontrada alguma lesão, ele indica a biópsia para análise do tecido e DNA do vírus causador da lesão.

 

Quais as possibilidades de tratamento?

 

De acordo com o tipo de manifestação do HPV, os tratamentos mais comuns são:

 

– Creme: lesões pequenas e em pequena quantidade. As mais extremas são tratadas com cremes e ácidos.

 

– Cauterização: a retirada da verruga pode ser feita através de cauterização a laser. Mas também pode ser realizada através de crioterapia e radiofrequência.

 

Saiba como se prevenir do HPV

 

Existe uma vacina específica para prevenção do HPV. Essa vacina está disponível em clínicas particulares ou em unidades de atendimento do SUS.

 

Outra forma eficiente para se prevenir é utilizar preservativo! Isso porque, como explicamos anteriormente, na maioria dos casos, a transmissão acontece por meio das relações sexuais.

 

DICA CBU: Faça um acompanhamento periódico com o seu médico, pois a possibilidade do diagnóstico precoce faz da lesão ser altamente tratável.

Para agendar uma consulta com um dos urologistas do CBU, ligue para 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento on-line.

Higiene masculina

Higiene masculina – sua saúde íntima começa aí

Não precisar sentar no vaso sanitário e muito menos usar papel higiênico para se secar ao urinar são as “vantagens” que muitos homens acham que possuem em relação às mulheres na ida ao banheiro.

Porém, o que é tido como facilidade, é na verdade um mau hábito criado pelo público masculino.

Após a micção, é necessário secar o pênis para que ele não fique úmido. Dessa forma, evita-se a proliferação de fungos e bactérias. Neste momento, a higiene íntima é fundamental.

Veja, a seguir, como pequenos cuidados no dia a dia podem garantir a higiene adequada da região íntima. E, mais do que isso, evitar doenças e infecções no futuro.

No banheiro                                                 

Lavar as mãos é uma conduta de higiene indicada antes e depois de urinar. Isso porque as mãos possuem muitas bactérias que, se levadas a região peniana, causam infecções. Então, é extremamente importante estarem limpas ao entrarem em contato com a região íntima.

No banho

A hora do banho também é fundamental na rotina de higiene. O homem deve ter muita atenção ao lavar o pênis.

Além de evitar mal cheiro, a higienização de forma correta ajuda a prevenir infecções por bactérias e fungos e também previne o câncer de pênis.

Para realizar a higiene adequadamente é preciso retrair a pele que recobre a glande, lavar em volta com sabonete e retirar toda aquela secreção branca que fica na região.

Essa secreção é conhecida como esmegma e é composta de células descamadas, gorduras e óleos que são produzidas pelas glândulas penianas.

Além disso, o momento do banho é uma excelente oportunidade para a realização do autoexame. O homem deve procurar por manchas, verrugas ou mesmo um nódulo mais duro nos testículos.

Após a relação sexual

Outro hábito importante, que muitas vezes é desconhecido pelos homens, é a necessidade de lavar o pênis após a relação sexual para garantir a higiene do local. A lavagem com sabonete ajuda a diminuir as chances de infecção. Isso porque remove o lubrificante do preservativo, os resquícios de secreção vaginal e também o restante de sêmen.

Outras dicas de higiene

Optar por cuecas com tecido de algodão, também é uma boa dica de conforto e higiene. Por ser um tecido orgânico, ele proporciona maior ventilação e diminui a transpiração da região peniana.

Evitar passar muito tempo com roupas de banho molhadas contribui para diminuir a proliferação de fungos e bactérias infecciosos.

Além de causar problemas ao próprio indivíduo, a falta de asseio pode causar problemas para os parceiros sexuais.

As mulheres, por exemplo, devido à anatomia do seu órgão genital, estão mais expostas e correm maiores riscos de sofrer contaminação com fungos e bactérias e de contraírem doenças sexualmente transmissíveis.

Cuidar da sua higiene íntima é um ato de responsabilidade com a sua própria saúde e também a saúde de sua parceira.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre a saúde do homem, agende uma teleorientação, pelo nosso site.

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Infecção urinária: 6 mitos e verdades!

A infecção urinária é causada, normalmente, pelas bactérias do trato urinário, principalmente por germes que vêm do intestino. Mas quando essa infecção acomete a bexiga chamamos de cistite e quando afeta os rins é pielonefrite.

Para prevenir a infecção de urina, ter hábitos de vida saudáveis, boa higiene e beber muito líquido são fortes aliados. 

Muitas vezes, essa infecção passa despercebida e o corpo consegue combater sozinho. No entanto, quando surgem sintomas como ardor e dor ao urinar, deve-se procurar o médico e iniciar o tratamento imediatamente.

Confira, abaixo alguns mitos e verdades sobre a infecção urinária:

1. Urinar depois de ter relação sexual é saudável – VERDADE

Durante o sexo, o corpo entra em contato com várias bactérias. Como consequência, elas podem entrar no canal urinário masculino e feminino. E, pela urina, o organismo remove as possíveis bactérias que se acumulam durante a relação.

2. Ardor ao urinar sempre indica infecção urinária – MITO

Segundo estudos, apenas 20% dos motivos de dor e ardor estão relacionados à infecção urinária. Esse sintoma pode estar relacionado a infecções ginecológicas, irritações ou traumatismo local.

3. Segurar urina faz mal – VERDADE

Reter urina favorece a proliferação das bactérias da flora local, podendo causar infecção.

4. Cafeína e álcool não influenciam na contaminação – MITO

O consumo desses itens ajuda a enfraquecer o sistema imunológico e faz com que a defesa do organismo esteja mais suscetível a infecções.

5. Usar roupa de banho molhada por muito tempo favorece o surgimento da infecção urinária – VERDADE

Peças molhadas, como biquíni e bermudas, aumentam as chances de contaminação. E isso acontece por conta da proliferação das bactérias agressoras que é facilitada no trato urinário.

6. Calça apertada causa infecção urinária – MITO

O problema não é se a roupa é justa ao corpo, mas sim o quanto elas favorecem a transpiração ou não. Tecidos de algodão proporcionam a respiração das partes íntimas e favorecem a ventilação ideal.

Se você possui qualquer um dos sintomas mencionados acima, procure um médico Urologista.

Para agendar uma consulta com um dos profissionais do CBU ligue para 3046-3690 ou clique para fazer o agendamento on-line.

 

Testosterona e DAEM

DAEM é a abreviação para Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino e, nesta matéria, vamos falar sobre a queda da testosterona.

A maioria dos homens chega ao final de sua vida com os níveis de testosterona (hormônio masculino) dentro dos valores considerados normais.

Porém 5 a 7% dos homens, após os 40 anos, pode ter uma queda acentuada dos seus hormônios em função de alguma doença ou condição específica. Já em homens após os 60 anos, esse número salta para 20 a 30% de probabilidade.

Apesar de popularmente ser conhecida como “andropausa”, não devemos considerar que ela seja equivalente à menopausa que ocorre nas mulheres. Essa condição não ocorre em todos os homens quando eles envelhecem.

Quais os principais sintomas da queda de testosterona?

Essa condição afeta a parte sexual do paciente, pois a queda dos hormônios impacta substancialmente na função sexual. Causa a perda ou diminuição da libido (desejo sexual), além de causar dificuldade de ereção (disfunção erétil).

Essa diminuição hormonal também afeta outras funções importantes do indivíduo como memória, raciocínio, produção de sangue e os músculos.

Os sintomas mais comuns são diminuição da massa e da força muscular, aumento da gordura visceral e diminuição da resistência física. Além disso, essa condição causa fadiga, as funções cognitivas ficam comprometidas, e ainda podem surgir quadros de depressão e ansiedade.

Tratamento e Prevenção

O tratamento será definido pelo urologista de acordo com o quadro individual de cada paciente. O principal foco será estimular a produção desses hormônios nos testículos da forma mais natural possível.

Em conjunto com o tratamento com o urologista, é importante ser considerado pelo paciente o acompanhamento de um psicólogo.

A terapia sexual pode ser um suporte interessante para que o homem resgate sua auto confiança que pode ficar abalada devido aos sintomas afetarem seu desempenho sexual.

Corrigir alguns pontos importantes no dia a dia podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e prevenir a Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM).

Praticar atividades físicas, evitar álcool e cigarro, acompanhar periodicamente exames de sangue para controlar o colesterol e triglicérides são fatores fundamentais para a prevenção. E todos eles estão ligados aos hábitos de vida dos pacientes.

Se você sente sinais sugestivos ao Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino, agende uma consulta com o seu médico.

Para agendar com um dos especialistas do Centro Brasileiro de Urologia, clique aqui ou envie um WhatsApp para (11) 94479-6009.

 

Todo homem tem fimose e um dia precisará operar?

Saiba mais sobre a fimose e seus tipos de tratamento

A fimose é um assunto extremamente comum dentro da saúde urológica masculina. Sua característica principal é a presença do excesso de pele prepucial impedindo que o indivíduo consiga expor a glande de seu pênis para fora causando dor e fissuras nesta pele, comprometendo muito a vida sexual e higiene local.

 

É normal todo homem ter este excesso de pele?

Todo homem nasce com uma pele que recobre a glande (que não necessariamente é diagnosticada como FIMOSE). Normalmente, ela é aderida na glande. A medida que a criança cresce, esta pele vai se soltando.

A aderência da pele, quando esta não solta totalmente, pode ser resolvida com pomada local ou microcirurgia, no caso de um grau muito leve de fimose.

Diagnóstico de Fimose

O diagnóstico da fimose se dá quando a glande não pode ser exposta já que existe uma espécie de “anel” que impede a exteriorização da glande. Estes casos são cirúrgicos.

Intervenção cirúrgica: postectomia

A cirurgia de Fimose, também conhecida como postectomia, é a forma mais adequada de tratar a fimose do adulto. É considerada como um tratamento definitivo, pois além de retirar o anel fibrótico, também é retirado o excesso de pele.

E o que acontece se o paciente não trata a fimose?

Importantíssimo os pais saberem que a massagem no pênis não ajuda a pele soltar, pelo contrário, pode causar inflamação local.

A fimose pode causar sintomas em alguns pacientes, entre eles: dor ao urinar, ardência, acúmulo de secreções, inchaço, dor e desconforto durante as relações sexuais e ejaculação precoce.

Ao eliminar esta condição, o paciente terá uma melhor higiene local, além de possibilitar uma vida sexual mais satisfatória.

A cirurgia de fimose afeta a vida sexual do homem?

Afeta positivamente! Não são feitos cortes ou injeções na glande. Após o procedimento ocorre a redução do excesso da sensibilidade da glande, postergando o tempo para ejaculação na relação sexual. Muitas vezes esta redução do excesso da sensibilidade após a cirurgia já é o tratamento da ejaculação precoce.

DICA

Não é indicado fazer “exercícios ou massagens” para ajudar a “abrir” o anel da pele, pois isto pode causar microtraumatismos com dor, inflamação local e até sangramentos, e a cicatrização pode agravar o estreitamento da pele.

No CBU, realizamos a cirurgia de fimose em nossos centros cirúrgicos, equipados e estruturados para oferecer segurança e conforto ao indivíduo.

Esta cirurgia pode ser feita com anestesia local ou sedação.  O Centro Brasileiro de Urologia dispõe de serviço de anestesia para os pacientes que preferem realizar o procedimento dormindo.

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Pedras nos Rins durante a GRAVIDEZ é comum?

As pedras nos rins, litíase ou cálculo renal, é uma doença que acomete grande parte da população, em diferentes faixas etárias.

Durante a gravidez o corpo da mulher passa por mudanças, mas será que isto afeta o surgimento da litíase renal?

O que ocorre durante a gestação?

Na gravidez, a mulher passa a produzir maior quantidade do hormônio progesterona e seu útero expande para o desenvolvimento do bebê. Estas mudanças provocam a dilatação das vias urinárias e o represamento da urina, o que aumenta a formação de cristais.

Felizmente, o corpo é sábio e atinge um autoequilíbrio. Enquanto a placenta produz uma substância que aumenta a formação das pedras, o organismo responde produzindo mais citrato, que faz o oposto: protege contra o surgimento dos cálculos.

Portanto, a mulher não tem maior propensão de formar cálculos unicamente pelo seu estado gestante. O fator hereditário e de estilo de vida pode sim afetar as chances.

Como proceder no caso de sintomas?

Os sintomas sugestivos à litíase renal na gestante são: dor aguda na região lombar, sangue na urina, infecção urinária e febre.

É importante compartilhar os sinais com o ginecologista pré-natal. Possivelmente, ele encaminhará a paciente ao Urologista, médico especialista.

Para chegar ao diagnóstico, o Urologista solicitará exames de urina, cultura e ultrassonografia.

A tomografia, geralmente utilizada para diagnosticar as pedras deve ser evitada em gestantes devido à radiação.

Tratamento para pedras nos rins

Por se tratar da gestante, o tratamento tende a ser mais conservador. A paciente é medicada e espera o tempo de eliminação espontânea dos cálculos.

Em alguns casos, será necessária a intervenção cirúrgica, feita por técnicas endourológicas e tomando todos os cuidados com o processo de anestesia.

Veja aqui um vídeo de como é feito o tratamento cirúrgico para calculo renal: https://www.youtube.com/watch?v=LqrlDgBrYwQ

A conduta será definida caso a caso, de acordo com o grau da dor, tamanho das pedras e dilatação do rim.

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Mitos e verdades sobre a incontinência urinária

A incontinência urinária é um problema mais comum do que imaginamos

Nada melhor que desmitificar os preconceitos por trás de um quadro tão recorrente. Para que a incontinência urinária seja encarada com naturalidade é preciso informação.

Confira, a seguir, dados interessantes:

  1. Somente pessoas idosas tem incontinência urinária.

R: MITO. Muitas pessoas pensam que a incontinência urinária somente surge em pessoas idosas, inerente ao envelhecimento. Isto não é verdade! Existem diversos fatores de risco relacionados ao problema, tais como a gestação, o parto, a menopausa, complicação na próstata, doenças como o diabetes e o AVC (acidente vascular cerebral) e até mesmo a obesidade.  Alguns dos fatores mencionados acima alteram a fisiologia da bexiga e outros, a parte neurológica do indivíduo. Portanto, é fundamental buscar ajuda médica para investigar as causas e adotar uma conduta eficaz no tratamento.

  1. Perder urina é normal!

R: MITO. Não é normal, mas não deve ser motivo de vergonha ou preocupação exagerada. Busque um Urologista para o diagnóstico preciso. 

  1. É um problema mais comum em mulheres.

R: VERDADE. A incontinência urinária é caracterizada pela perda involuntária de urina. Esta condição é mais comum no sexo feminino, principalmente após os 40 anos de idade. A queixa de perda de urina pode demorar para ser relatada pelo paciente, pois passam meses e anos achando que a condição é normal.

  1. Existe mais de um tipo de incontinência?

R: VERDADE.

INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO:

Perda de urina ao tossir, espirrar, ou realizar qualquer outro esforço, como por exemplo a prática de atividade física. No caso deste tipo de incontinência, os principais fatores de risco são: ter muitos filhos, obesidade, tosse crônica e ter passado por cirurgias ginecológicas ou neurológicas previamente.

INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE URGÊNCIA:

Vontade repentina de urinar, fazendo com que o indivíduo se direcione ao banheiro com urgência, provocando certos escapes de urina. 

  1. O tratamento é sempre cirúrgico.

R: MITO. Os tratamentos não cirúrgicos são os mais comuns e podem trazer ótimos resultados aos pacientes. São eles:

– Fisioterapia Pélvica: trata o controle da musculatura pélvica, promovendo fortalecimento da região e consciência corporal ao paciente;

– Laser: este tratamento é indicado em alguns casos de incontinência urinária feminina. Trata-se de um laser intra-vaginal que promove estímulo de colágeno interno;

– Tratamento farmacológico: para a incontinência urinária de urgência, este método costuma ser bastante eficiente.

  1. Cirurgia de Sling é o método cirúrgico mais utilizado?

R: VERDADE. A cirurgia de Sling, em que se coloca um suporte para restabelecer e reforçar os ligamentos que sustentam a uretra e promover seu fechamento durante o esforço, é a técnica mais utilizada atualmente.

Assista um vídeo para entender como é feito o procedimento: https://www.youtube.com/watch?v=FDOobUfPZvU

Se você possui escape de urina, procure um médico Urologista. Você pode tratar esta condição e ganhar mais qualidade de vida.

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Sinais de que a saúde urológica está em ordem

É muito boa a sensação de saúde e bem estar, não é mesmo?

A saúde urológica pode ser mantida com visitas regulares ao seu urologista.

E, além disso, o seu corpo te dá sinais de que está funcionando em perfeito estado.

Sistema urinário

Se você está fazendo xixi de forma regular já é um excelente sinal. O bom funcionamento inclui: ausência de urgência para urinar; urina amarela clara; ausência de dor, ardor, prurido ou força para urinar; jato urinário regular; não perder urina durante esforços (atividade física, espirro, tosse, etc).

Dores que podem evidenciar disfunções do trato urinário: dor nos flancos ou na região lombar baixa, dor suprapúbica, dor no abdômen, sensação de peso nas regiões perineal e retal e urina vermelha.

Sistema Reprodutor

Observar se as funções estão ocorrendo normalmente, tais como a ereção e a ejaculação são algumas das formas de avaliar clinicamente este sistema.

O esperma deve ser volume e cor normais e ausência de sangue. Você precisa relatar ao seu urologista caso perceba inchaços, pigmentação ou dores nos testículos.

Exames laboratoriais

Além da auto-observação, é imprescindível que o homem visite um urologista para a realização de exames laboratoriais. Isso porque algumas doenças são silenciosas e não demonstram sintomas clínicos.

Exames mais comuns solicitados no check up urológico:

– Hemograma

– Dosagem dos níveis de Colesterol (Total e Frações) e Triglicerídeos

– Insulina e Glicemia

– Tireóide – T3, T4 TSH

– PSA (homens acima de 40 anos)

– DSTs: antígeno de superfície do vírus da hepatite B (HBsAg); teste de detecção de sífilis; e pesquisa de anticorpos anti-HIV e dos vírus da hepatite C

– Espermograma (fase adulta e fértil)

– Exame de Urina

– Ultrassom (em alguns casos)

Além dos exames mencionados acima, é importante sempre manter a carteira de vacinação em dia.

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Hidronefrose – o que é e quais os riscos?

 

A hidronefrose é a dilatação do rim. Isso acontece quando a urina não consegue passar até à bexiga e, por isso, se acumula dentro do rim.

Quando isso acontece, o rim não consegue funcionar normalmente, Dessa forma, sua função vai diminuindo, podendo existir risco de desenvolver uma insuficiência renal.

Geralmente, a hidronefrose surge como complicação de outra doença como pedra nos rins ou tumor nas vias urinárias.

A recomendação é consultar o nefrologista ou o clínico geral. Esse profissional vai identificar a causa do problema e iniciar o tratamento adequado, com o objetivo de evitar sequelas mais graves.

Conheça os sintomas

Os sintomas principais da hidronefrose estão relacionados a dores no abdome, flanco e lombar.

As dores são mais intensas na forma aguda da doença e podem vir acompanhadas de vômitos, mal estar, prostração e até febre, nos casos inflamatórios e infecciosos.

Além disso, pessoas com hidronefrose também possuem maior risco de desenvolver infecções urinárias. Estas, por sua vez, são acompanhadas de outros sintomas como queimação ao urinar, urina turva, dor nas costas e arrepios, por exemplo.

O que fazer ao perceber os sintomas?

Sempre que existir suspeita de algum problema urinário, é importante ir ao ginecologista, nefrologista ou urologista para fazer exames de diagnóstico, como ultrassom, teste de urina ou exame de sangue, para identificar uma possível causa e iniciar o tratamento adequado.

Como tratar a hidronefrose?

O tratamento para hidronefrose consiste em retirar a urina acumulada e eliminar a causa da doença, para que a urina possa fluir livremente até à bexiga e sair do rim, diminuindo o inchaço.

Sendo assim, o tratamento pode variar de acordo com a causa da hidronefrose:

– Pedra nos rins: o médico pode recomendar fazer terapia com ultrassom ou cirurgia para retirar a pedra, de acordo com o tamanho;

– Aumento da próstata no homem: pode ser feito o tratamento prostático para aliviar a pressão causada pela próstata e permitir o fluxo de urina;

– Infecções urinárias: podem ser tratadas apenas com o uso de um antibiótico;

– Já no caso de tumores, pode ser necessário fazer cirurgia para remover a massa, além de ser necessário fazer tratamento com quimio ou radioterapia, por exemplo.

Normalmente, o rim recupera em cerca de 6 semanas após o início do tratamento, não existindo risco de novas lesões no órgão além das que já surgiram até o momento em que o tratamento foi iniciado. 

Alerta dos médicos

Quando a hidronefrose não é tratada adequadamente, o inchaço do rim vai provocando pequenos danos que dificultam o funcionamento do órgão.

Como consequência, ao longo do tempo, podem surgir desequilíbrios de minerais importantes do corpo, assim como infecções graves nos rins e um elevado risco de desenvolver insuficiência renal.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre a hidronefrose, agende uma teleorientação, pelo nosso site. Ou se preferir, solicite uma consulta com os urologistas do CBU.

Informações de contato, acesse aqui!

 

Como tratar a queda de testosterona?

Felizmente, a expectativa da vida tem crescido.

Hoje, vivemos mais.

Mas será que basta viver mais anos?

O ideal mesmo é viver mais e com a manutenção da qualidade de vida. Para isso, o hormônio da testosterona se faz extremamente necessário, uma vez que afeta funções vitais na saúde do homem.

O que é a testosterona?

Trata-se de um hormônio masculino (andrógeno) produzido nos testículos, atuante em diversos sistemas. Ele é responsável por masculinizar o indivíduo, dando a ele características típicas de um homem (voz grossa, aumento de pelos, maturação genital, produção de espermatozoides). Além disso, impacta também no desejo sexual, no crescimento ósseo, no aumento da massa muscular e na redução da gordura corporal.

Diminuição do hormônio: motivos

A queda da testosterona acontece gradativamente após os 40 anos de idade, no homem. Para alguns, esta queda acontece após os 50, 60 ou 70. Não existe um padrão cronológico unânime, como no caso da menopausa.

Nomeado Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM), seu diagnóstico pode ser feito analisando os sintomas clínicos ou com a dosagem do hormônio através de exame de sangue.

Quais sintomas evidenciam sua queda

Sinais do DAEM são:

– baixo desejo sexual;

– ereção menos rígida;

– alterações de humor;

– irritabilidade;

– dificuldade de concentração;

– problemas na memória;

– perda da massa muscular e óssea;

– aumento do percentual de gordura corporal.

Tratamento

Após diagnosticar a queda da testosterona, o Urologista poderá prescrever a reposição hormonal. Esta pode ser feita através de injeções intramusculares (aplicações a cada 15 dias) ou por meio de gel tópico.

O paciente que inicia o tratamento deve manter acompanhamento contínuo com seu médico para monitorar exames e possíveis surgimento de efeitos colaterais.

Se você sente sinais sugestivos ao Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino, agende uma consulta com o seu Urologista.

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